É curioso notar como, dois mil anos depois, o termo se tornou arma retórica. A China de Xi Jinping recupera a imaginária “Rota da Seda” como símbolo de continuidade histórica e destino manifesto, associando projetos de investimento e influência à ideia de uma missão civilizacional eterna. Há eficácia política nessa narrativa — mas também uma ironia histórica. [Texto de Mendo Castro Henriques].






