Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

Tertúlia, caminhada e música para combater a exclusão

| 15 Out 21

cartaz dia pobreza impossible

Para participar na iniciativa, basta efetuar a inscrição (gratuita) no site da associação Impossible.

 

A associação Impossible – Passionate Happenings irá assinalar este domingo, 17 de outubro, o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, com uma uma série de iniciativas em Lisboa.

A jornada irá iniciar-se com uma tertúlia subordinada ao tema “Pobreza, Exclusão e Performance“, que decorrerá entre as 10h e as 13h no auditório do Instituto Português da Juventude (um dos parceiros da iniciativa), no Parque das Nações. A jornalista Filipa Martins, o bailarino Carlos Pinillos Castro, a psicóloga Helena Marujo e o ator Júlio Martin serão alguns dos participantes nesta reflexão, que contará com moderação de José Lima, coordenador do Plano Nacional de Érica no Desporto.

À tarde , entre as 16h e as 17h, após uma caminhada, os participantes irão reunir-se junto à Laje da Rua Augusta. “Não só faremos memória daqueles que padeceram e sofrem, ainda hoje, a pobreza e exclusão nas sua vidas – sem esquecermos, obviamente os maus-tratos e o extermínio infligidos à Terra e a tudo quanto a habita -, como deixaremos claro que vamos continuar a trabalhar sobre os antagonismos do ‘aqui e agora’, num esforço sem tréguas, para que Justiça e Bondade possam brilhar nos afazeres quotidianos, e ser Casa de todos”, escreve a associação, em comunicado enviado ao 7MARGENS.

O dia terminará no mesmo local com testemunhos, música e um lanche partilhado. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na página da associação na internet.

 

Combater bem o mal

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Os tempos que se vivem na Igreja Católica suscitam especial dor a todas as pessoas, sejam ou não crentes, provocando revolta em muitos contra um aparentemente imobilismo na resposta a uma crise que já se prolonga por demasiado tempo. A Igreja, enquanto realidade operante no mundo, não ficou imune a este fenómeno transversal à humanidade que é o abuso sexual de menores.

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Daqui a um ano haverá relatório, que pode ser o fim do trabalho ou o início de mais. A comissão para estudar os abusos sexuais do clero português está formada e quer que as vítimas percam o medo, a vergonha e a culpa. Ou seja, que dêem voz ao seu silêncio. Pedro Strecht apresentou razões, o presidente dos bispos disse que não quer mais preconceitos nem encobrimentos, mas “autêntica libertação, autenticidade e dignidade para todos”.

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