Três festas judaicas passarão a ser feriado na Ucrânia

| 26 Ago 2020

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, que é judeu, anunciou que as principais festas do calendário judaico deverão passar a ser feriados oficiais do país. Em concreto, estão em causa as datas de Pessah (Páscoa), Hanukah (Festa das Luzes ou da Dedicação) e Rosh Hashanah (Ano Novo), de acordo com a informação dada por Zelenskyy, durante uma chamada telefónica feita, na semana passada, ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, noticiou o Jewish Times.

De acordo com o relatório de Sergio della Pergola, World Jewish Population, de 2016, a população judaica no país estará entre 56 mil e 140 mil pessoas, numa população de 42 milhões. A comunidade judaica do país é a quarta maior da Europa e foi uma das mais perseguidas e martirizadas pelo nazismo alemão durante a II Guerra Mundial. Ler mais aqui.

 

Papa Francisco no Congo: A ousadia de mostrar ao mundo o que o mundo não quer ver

40ª viagem apostólica

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O Papa acaba de embarcar naquela que tem sido descrita como uma das viagens mais ousadas do seu pontificado, mas cujos riscos associados não foram motivo suficiente para que abdicasse de a fazer. Apesar dos problemas de saúde que o obrigaram a adiá-la, Francisco insistiu sempre que queria ir à República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul. Mais do que uma viagem, esta é uma missão de paz. E no Congo, em particular, onde os conflitos já custaram a vida de mais de seis milhões de pessoas e cuja região leste tem sido atingida por uma violência sem precedentes, a presença do Papa será determinante para mostrar a toda a comunidade internacional aquilo que ela parece não querer ver.

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O secretário da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) saudou a decisão do Tribunal Constitucional (TC), que declarou inconstitucionais algumas das normas do decreto sobre a legalização da eutanásia. “A decisão do TC vai ao encontro do posicionamento da CEP, que sempre tem afirmado a inconstitucionalidade de qualquer iniciativa legislativa que ponha em causa a vida, nomeadamente a despenalização da eutanásia e do suicídio assistido”, disse à agência Ecclesia o padre Manuel Barbosa.

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Debate: Deficiência, dignidade e realização humana

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Quando ambos falamos de realização humana, talvez estejamos a referir-nos a coisas diferentes. Decerto que uma pessoa com deficiência pode ser feliz, se for amada e tiver ao seu alcance um ambiente propício à atribuição de sentido para a sua existência. No entanto, isso não exclui o facto da deficiência ser uma inegável limitação a algumas capacidades que se espera que todos os seres humanos tenham (e aqui não falo de deficiência no sentido da nossa imperfeição geral).

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