Efeitos do sismo

Turquia: faltam alimentos, água e cuidados de saúde

| 18 Abr 2023

deslocados esperam na fila para receber bens de primeira necessidade no sudeste da Turquia, foto © UNICEF/Özgür Ölçer

Deslocados esperam para receber bens de primeira necessidade no sudeste da Turquia: alimentos, água e cuidados de saúde ainda na lista das urgências. Foto © UNICEF/Özgür Ölçer

 

Na Turquia, “há necessidades urgentes relacionadas com a falta de alimentos, água e cuidados de saúde, e muitos dos que prestam assistência imediata ainda estão a trabalhar em circunstâncias extremamente difíceis, na sequência do sismo de elevada magnitude que matou cerca de 45 mil pessoas só neste país, em fevereiro último”.

O alerta consta de um comunicado do Conselho Mundial das Igrejas (CMI), na sequência de uma visita de solidariedade realizada a várias comunidades turcas do sul, no início deste mês de abril, pelo secretário-geral do CMI, Jerry Pillay, e pelo secretário geral da Aliança ACT (sigla inglesa de Ação Conjunta de Igrejas), Rudelmar Bueno de Faria, uma instituição que anunciou ter reunido 8,5 milhões de dólares para apoio aos afetados pelo sismo na Turquia e na Síria.

“A primeira coisa que me impressionou foi o forte impacto do terramoto nas infraestruturas e na vida das pessoas”, disse Bueno de Faria, um sobrevivente dos terramotos que atingiram a América Central em 2001. “Comparado com o que vi na Turquia, foi chocante testemunhar as coisas que as pessoas estavam a enfrentar e ouvir as histórias de como as pessoas, e também as comunidades como um todo, foram afetadas, direta ou indiretamente”, observou.

“Uma das coisas positivas que estamos a ver neste momento é a grande colaboração ecuménica que está a ter lugar”, disse por sua vez Jerry Pillay, acrescentando que os dois reuniram com vários responsáveis religiosos do país.

 

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Reconhecendo que o contexto da Igreja universal “é caracterizado pela descredibilização do clero provocada por diversas crises, pela redução do número de vocações ao sacerdócio ministerial e pela situação sociológica de individualismo e de crescente indiferença perante a questão vocacional”, os representantes do Clero diocesano de Angra (Açores) defendem o incremento da “pastoral vocacional assente na comunidade, sobretudo na família e no testemunho do padre”.

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Este texto do Padre Joaquim Félix corresponde à homilia do Domingo IV da Páscoa na liturgia católica – último dia da semana de oração pelas vocações – proferida nas celebrações eucarísticas das paróquias de Tabuaças (igreja das Cerdeirinhas), Vilar Chão e Eira Vedra (arciprestado de Vieira do Minho).  

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