Há imagens de um tapete de nuvens sob os pés e as pedras, do sol a nascer, de um bispo e jovens a dar um salto, de uma noite estrelada que parece um presépio, como diz o comentário de uma pessoa no Facebook a uma das fotografias. E também um bispo a saltar e a dizer, como dirá ao repórter Ruben de Matos, da TSF, que quem vai ali “acima já não para”. Ou a querer tocar o céu.
Renato Goulart, guia de montanha na ilha do Pico, acompanhou o grupo de uma centena e meia de jovens (e alguns adultos) que, nesta segunda-feira, e durante cinco horas, subiu ao Pico, a montanha mais alta de Portugal. Como resultado dessa experiência fez as fotos que aqui ficam.
Publicadas inicialmente na sua página no Facebook, e por generosa cedência do autor, o 7MARGENS reproduz também as fotografias de Renato Goulart, agradecendo ao autor a possibilidade de publicação. Estas imagens dão conta da noite estrelada, do despertar entre sombras, nuvens e sol, e da “missa de envio” celebrada de manhã cedo a quase 2.351 metros, a altitude do Pico.
No local (e também nas “missas de envio” celebradas nas igrejas da JMJ das diferentes ilhas, os participantes assinaram o “Pacto da Montanha”, no qual afirmam: “Queremos subir às montanhas da vida às montanhas onde o outro e o mundo carecem da nossa presença e ação, subir às montanhas onde falta misericórdia e a esperança, a alegria e a vida”.
Subida ao Pico (Açores), de centena e meia de jovens com o bispo de Angra, Armando Esteves Domingues, no âmbito da Jornada Mundial da Juventude. Foto © Renato Goulart










