Um convite a “rezar com os Salmos”

| 13 Fev 19

O primeiro de quatro encontros de “leitura orante dos Salmos, focando a sua densidade existencial e antropológica”, decorre esta quarta-feira, na Capela do Rato, em Lisboa, a partir das 18h30. “A vida feita oração” é o título desta primeira sessão, que será animada pelo capelão, padre António Martins.

Com 150 poemas de diversas características – louvor, caminhada, penitência, aclamação, arrependimento… – o Livro dos Salmos é o mais extenso da Bíblia. Incluído nos livros sapienciais, o texto é comum ao judaísmo e ao cristianismo e há salmos lidos diariamente nos diferentes ritos litúrgicos e nas orações de ambos os credos.

O encontro desta quarta-feira insere-se na tradição cristã da lectio divina, e procura situar-se em sintonia com o programa pastoral do patriarcado de Lisboa para 2018-19, com o objectivo de “valorizar a liturgia como lugar de encontro e, nesta, a centralidade da Palavra de Deus, de modo a cultivar uma vida espiritual mais profunda a partir da leitura/meditação do texto bíblico”, explica-se na página da Capela do Rato na internet. A participação é livre e a capela situa-se na Calçada Bento da Rocha Cabral, 1-B, junto ao largo do Rato.

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As obras de requalificação do Mosteiro Trapista de Palaçoulo já se iniciaram. Numa primeira fase, procedeu-se à retirada de escombros, pela mesma empresa que realizou a construção do mosteiro. Desde o fim do período pascal estão em andamento os processos de reconstrução, tendo estes começado por “destelhar a casa”. Em breve, esperam as irmãs, será possível “voltar a oferecer a hospedaria aos hóspedes”. 

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Celebrações e Frugalidade

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Numa típica sala de aula do século XVIII, repleta de jovens alunos mergulhados em cálculos e murmúrios, um desafio fora lançado pelo professor J.G. Büttner: somar todos os números de 1 a 100. A esperança de Büttner era a de ter um momento de paz ao propor aquela aborrecida e morosa tarefa. Enquanto rabiscos e contas se multiplicavam em folhas de papel, um dos rapazes, sentado discretamente ao fundo, observava os números com um olhar penetrante. [Texto de Miguel Panão]

Cultura e artes

Uma exposição que é “um grito de alerta e de revolta” contra a perseguição religiosa

No Museu Diocesano de Santarém

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Poderá haver quem fique chocado com algumas das peças e instalações que integram a exposição “LIBERDADE GARANTIDA” (escrito assim mesmo, em letras garrafais), que é inaugurada este sábado, 20 de abril, no Museu Diocesano de Santarém. Mas talvez isso até seja positivo, diz o autor, Miguel Cardoso. Porque esta exposição “é uma chamada de atenção, um grito de alerta e de revolta que gostaria que se tornasse num agitar de consciências para a duríssima realidade da perseguição religiosa”, explica. Aqueles que se sentirem preparados, ou simplesmente curiosos, podem visitá-la até ao final do ano.

A Poesia na Rua

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Sete Partidas

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Igreja tem política de “tolerância zero” aos abusos sexuais, mas ainda está em “processo de purificação”

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