Um coral protestante de Bach para cantar a fidelidade e a esperança

| 27 Mar 2021

“Jesus continua a ser a minha alegria”, “é quem me dá força para viver”, por isso “mantenho Jesus no meu coração e como meu horizonte” – são expressões contidas num dos mais famosos corais de Johann Sebastian Bach, Jesus bleibet meine Freude. Também conhecido na sua versão francesa com o título Jésus, que ma joie demeure (Jesus, que a minha alegria permaneça), este hino traduz a atitude de fidelidade e esperança do crente, nos tempos bons como nos maus, na paz como no sofrimento.

É aqui interpretado, na forma possível adequada ao confinamento, pelo Thomanerchor, o coro de rapazes da Igreja de S. Tomé, em Leipzig, a mesma onde Johann Sebastian Bach foi organista e dirigente musical (Kapellmeister e Thomaskantor) durante quase trinta anos, e onde se encontra também o seu túmulo.

O Thomanerchor foi fundado no princípio do séc. XIII, quando os monges agostinhos (a mesma ordem a que mais tarde pertenceu Martinho Lutero) se estabeleceram na cidade. Depois da Reforma protestante, tanto a escola como o coro permaneceram em Leipzig. A ThomasKirche de Leipzig pertence à Igreja Evangélica Luterana da Saxónia.

Como nos conta a pastora Eva Michel, a viver e trabalhar em Portugal há muitos anos, o Thomanerchor sobreviveu também à RDA (República Democrática da Alemanha), mantendo ao longo de todos os tempos esta sua forma de anunciar o Evangelho da alegria que temos em Cristo – e vai certamente sobreviver agora à pandemia.

 

Felizes os meninos de mais de 100 países – incluindo Portugal – que participam na Jornada Mundial das Crianças

Este fim de semana, em Roma

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Foi há pouco mais de cinco meses que, para surpresa de todos, o Papa anunciou a realização da I Jornada Mundial das Crianças. E talvez nem ele imaginasse que, neste curto espaço de tempo, tantos grupos e famílias conseguissem mobilizar-se para participar na iniciativa, que decorre já este fim de semana de 25 e 26 de maio, em Roma. Entre eles, estão alguns portugueses.

Cada diocese em Portugal deveria ter “uma pessoa responsável pela ecologia integral”

Susana Réfega, do Movimento Laudato Si'

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A encíclica Laudato Si’ foi “determinante para o compromisso e envolvimento de muitas organizações”, católicas e não só, no cuidado da Casa Comum. Quem o garante é Susana Réfega, portuguesa que desde janeiro deste ano assumiu o cargo de diretora-executiva do Movimento Laudato Si’ a nível internacional. Mas, apesar de esta encíclica ter sido publicada pelo Papa Francisco há precisamente nove anos (a 24 de maio de 2015), “continua a haver muito trabalho por fazer” e até “algumas resistências à sua mensagem”, mesmo dentro da Igreja, alerta a responsável.

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Bispo José Ornelas: “Estamos a mudar o paradigma da Igreja”

Terminou a visita “ad limina” dos bispos portugueses

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“Penso que estamos a mudar o paradigma da Igreja”, disse esta sexta-feira, 24 de maio, o bispo José Ornelas, presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), numa conversa com alguns jornalistas, em plena Praça de S. Pedro, no Vaticano, em comentário ao que tinha acabado de se passar no encontro com o Papa Francisco e às visitas que os bispos lusos fizeram a vários dicastérios da Cúria Romana, no final de uma semana de visita ad limina.

O mundo precisa

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O mundo precisa, digo eu, de pessoas felizes para que possam dar o melhor de si mesmas aos outros. O mundo precisa de gente grande que não se empoleira em deslumbrados holofotes, mas constrói o próprio mérito na forma como, concretamente, dá e se dá. O mundo precisa de humanos que queiram, com lealdade e algum altruísmo, o bem de cada outro. – A reflexão da psicóloga Margarida Cordo, para ler no 7MARGENS.

“Política americana sobre Gaza está a tornar Israel mais inseguro”

Testemunho de uma judia-americana que abandonou Biden

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Esta é a história-testemunho da jovem Lily Greenberg Call, uma judia americana que exercia funções na Administração Biden que se tornou há escassos dias a primeira figura de nomeação política a demitir-se de funções, em aberta discordância com a política do governo norte-americano relativamente a Gaza. Em declarações à comunicação social, conta como foi o seu processo interior e sublinha como os valores do judaísmo, em que cresceu, foram vitais para a decisão que tomou.

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