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Leilão da Amnistia Internacional

Vestir a camisola pelos direitos humanos

| 08/07/2021

Jogadores do FC Krasnodar e do Chelsea ajoelham-se num gesto que tem sido repetido por desportistas em solidariedade com o movimento contra o racismo (28/10/2020). Foto © Damitry Pukalik, CC BY-SA 3.0 GFDL, via Wikimedia Commons.

 

Camisola do Benfica a leilão Foto © Amnistia Internacional.

Três camisolas autografadas do Benfica, do Sporting e do FC Porto, uma por clube, serão leiloadas durante este mês, numa iniciativa da Amnistia Internacional (AI) que reverte a favor do trabalho de defesa dos direitos humanos desta organização não-governamental.

Este leilão online, que decorre na plataforma e-solidar, enquadra-se no âmbito do projeto “Eu jogo pelos Direitos Humanos”, que, segundo uma nota à comunicação social da AI, “olha para o futebol como um agente de direitos humanos”. Este desporto, considera a Amnistia “é capaz de utilizar a sua influência na sociedade, para auxiliar no desenvolvimento de ações de responsabilidade social”.

Camisola do Sporting a leilão Foto © Amnistia Internacional.

Camisola do FC Porto a leilão Foto © Amnistia Internacional.

Para a organização de defesa dos direitos humanos, “o futebol representa o empenho dos atletas, a solidariedade entre equipas, o profissionalismo e a paixão por uma modalidade desportiva, mas é também onde ainda se manifestam ataques racistas, manifestações de ódio e ataques à integridade física”. 

É por aqui que joga a Amnistia Internacional: as camisolas doadas pelos três clubes portugueses e autografadas pelos seus plantéis de futebol da época 2020/2021 serão pontas de lança junto dos adeptos da modalidade, que queiram associar-se à causa.

“Com este leilão, os adeptos podem contribuir para que estes exemplos tenham ainda mais impacto, ajudando a tornar o mundo num local onde os direitos humanos são respeitados em pleno”, destacou Pedro A. Neto, diretor executivo da Amnistia Internacional Portugal, citado no referido comunicado.

 

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