24 novembro, no Porto e em Lisboa

Vigílias procuram criar um sobressalto a favor do clima

| 22 Nov 2023

Vigília de oração. Foto © Jantanee Rungpranomkorn

O Papa pediu aos católicos de todo o mundo que rezem para que a COP28 adote “políticas capazes de limitar as alterações climáticas”. Foto © Jantanee Rungpranomkorn

 

Criar na sociedade portuguesa um sobressalto quanto à urgência de agir para salvar o planeta e defender a vida é o objetivo das vigílias que terão lugar ao fim da tarde da próxima sexta-feira, dia 24 de novembro, inspiradas pelos textos do Papa Francisco e com os olhos postos na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), que vai decorrer no Dubai entre 30 de novembro e 12 de dezembro.

Em Lisboa, a vigília é aberta a todos os cidadãos que nela queiram participar e decorre a partir das 18h30 no terreiro diante da Igreja de Santa Isabel (Rua Saraiva de Carvalho nº2) e será marcada por vários momentos. Haverá lugar a debates, leitura de poesia e de textos de várias religiões, intervenções musicais, proposta de gestos coletivos, apresentação de grupos de defesa da sustentabilidade do planeta e ateliers de trabalho colaborativo.

Durante a vigília, será redigida uma declaração a entregar aos governantes que representarão o país na COP28, contendo os objetivos mínimos que nela têm de se definir para que ainda seja possível pôr em marcha uma justa transição energética compatível com a sustentabilidade do planeta, a biodiversidade e o bem-estar da humanidade.

No Porto, a vigília “Orar e agir para salvar a vida na Terra” terá lugar também a partir das 18h30, na igreja de Nossa Senhora de Fátima.

Recorde-se que o Papa Francisco discursará na COP28 no dia 2 de dezembro, tendo pedido aos católicos de todo o mundo que rezem para que a conferência adote “políticas capazes de limitar as alterações climáticas, invertendo o modelo económico e os modos de vida” que, segundo o Papa escreve na Exortação Apostólica Laudate Deum, “estão a arruinar [o planeta] e a aproximar-nos de um ponto de rutura”.

A vigília do Porto é organizada pelo Metanoia – Movimento Católico de Profissionais do Porto, e pelo CREU-IL – Centro de Encontro e Reflexão Universitário. Em Lisboa, a iniciativa é da responsabilidade do grupo Cuidar da Casa Comum da Paróquia de Santa Isabel e da Rede Cuidar da Casa Comum [ver 7MARGENS}.

 

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Reconhecendo que o contexto da Igreja universal “é caracterizado pela descredibilização do clero provocada por diversas crises, pela redução do número de vocações ao sacerdócio ministerial e pela situação sociológica de individualismo e de crescente indiferença perante a questão vocacional”, os representantes do Clero diocesano de Angra (Açores) defendem o incremento da “pastoral vocacional assente na comunidade, sobretudo na família e no testemunho do padre”.

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Este texto do Padre Joaquim Félix corresponde à homilia do Domingo IV da Páscoa na liturgia católica – último dia da semana de oração pelas vocações – proferida nas celebrações eucarísticas das paróquias de Tabuaças (igreja das Cerdeirinhas), Vilar Chão e Eira Vedra (arciprestado de Vieira do Minho).  

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