No Irão

Yasaman Aryani libertada com a sua mãe

| 19 Fev 2023

Ação de rua em favor de Yasaman Aryani. Foto © christophemeireis.com

Ação de rua em favor de Yasaman Aryani. Foto © christophemeireis.com

 

Yasaman Aryani, ativista iraniana, e a sua mãe foram libertadas no Irão, após quatro anos de prisão injusta apenas por promoverem os direitos das mulheres de forma pacífica. Em 2019, no Dia Internacional da Mulher, Yasaman e a mãe distribuíram flores brancas numa carruagem de metro em Teerão, sem utilizarem o lenço islâmico, obrigatório no país. Yasaman publicou um vídeo, que se tornou viral no próprio dia, onde falou da esperança num futuro em que todas as mulheres pudessem ter liberdade de escolher o que vestir. Foram condenadas a 16 anos de prisão em julho do mesmo ano, tendo saído em liberdade a 15 de fevereiro de 2023.

A Amnistia Internacional, que divulgou esta informação, afirma que “Yasaman Aryani foi um dos casos da Maratona de Cartas em 2019, tendo reunido, só em Portugal, mais de 50.000 assinaturas pela sua defesa e liberdade”. “Ainda que se mantenham pertinentes e atuais os apelos para o fim da repressão no Irão contra quem exerce o seu direito à liberdade de expressão, esta é uma vitória de direitos humanos para comemorar e manter a esperança”, pode ler-se num comunicado enviado ao 7MARGENS.

A humildade do arcebispo

A humildade do arcebispo novidade

Chegou a estender a mão e a cumprimentar, olhos nos olhos, todos os presentes, um a um. É o líder da Igreja Anglicana, mas aqui apresentou-se com um ligeiro “Hi! I’m Justin” — “Olá, sou o Justin!” — deixando cair títulos e questões hierárquicas. [O texto de Margarida Rocha e Melo]

Apoie o 7MARGENS e desconte o seu donativo no IRS ou no IRC

Catarina Pazes: “Sem cuidados paliativos, não há futuro para o SNS”

Entrevista à presidente da Associação Portuguesa

Catarina Pazes: “Sem cuidados paliativos, não há futuro para o SNS” novidade

“Se não prepararmos melhor o nosso Serviço Nacional de Saúde do ponto de vista de cuidados paliativos, não há maneira de ter futuro no SNS”, pois estaremos a gastar “muitos recursos” sem “tratar bem os doentes”. Quem é o diz é Catarina Pazes, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) que alerta ainda para a necessidade de formação de todos os profissionais de saúde nesta área e para a importância de haver mais cuidados de saúde pediátricos.

Agenda

Fale connosco

Autores

 

Pin It on Pinterest

Share This