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Sínodo não tem princípio nem fim

[Entre Margens]

Sínodo não tem princípio nem fim

O caminho sinodal não se limita a um momento específico, mas constitui um processo contínuo de escuta, empenhamento e participação. A Igreja permanece sempre em caminho, procurando reconhecer, à luz do Evangelho, os desafios do presente e as respostas que o Espírito Santo lhe inspira. [Texto de Joaquim Armindo].

Papa quer religiosos “peritos em sinodalidade” e freira senegalesa pôs isso em prática

Papa quer religiosos “peritos em sinodalidade” e freira senegalesa pôs isso em prática

O Papa Leão XIV apelou, esta quarta-feira, 12 de agosto, a que os religiosos e as religiosas se sintam “chamados a tornarem-se especialistas em sinodalidade devido às oportunidades oferecidas pela vida comunitária para pô-la em prática”. Ao mesmo tempo uma freira senegalesa, preocupada com o retrocesso democrático em vários estados do continente, analisa os contributos que as práticas de sinodalidade podem oferecer ao campo político.

Sobre sinodalidade

[Entre Margens]

Sobre sinodalidade

Por mim, gosto de pensar sinodalidade colocando o foco na pessoa do outro. O outro com quem me ponho ao caminho começando por escutar ideias, temas, rotas e metodologias que propõe, ouvindo mais e falando menos para melhor o poder compreender. [Texto de José António Santos].

Igreja quer ser construtora de pontes, libertar-se do clericalismo e caminhar com os pobres

Mensagem dos bispos asiáticos

Igreja quer ser construtora de pontes, libertar-se do clericalismo e caminhar com os pobres

A Igreja Católica na Ásia “é chamada a ser ponte e construtora de pontes através de uma conversão sinodal, abraçando a rica diversidade das culturas e povos”, terá de vencer “o desafio persistente do clericalismo”, “caminhar ao lado dos pobres e vulneráveis” e “atender ao apelo à conversão ecológica”, lê-se no documento final da 12ª assembleia da Conferência dos Bispos da Ásia.

Carta às minhas irmãs e irmãos católicos mais conservadores, após o relatório sobre as “questões emergentes”

Documento do Grupo 9 do Sínodo

Carta às minhas irmãs e irmãos católicos mais conservadores, após o relatório sobre as “questões emergentes”

O relatório do grupo do Vaticano sobre “questões emergentes”, centradas sobretudo na comunidade LGBTQI, trouxe uma lufada de ar ao modo como a Igreja Católica se relaciona com essas pessoas. Os setores mais conservadores reagiram e é com esses que o padre James Alison dialoga nesta carta aberta de que hoje publicamos a primeira parte, dedicada ao ensino da encíclica Humanae Vitae.

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Por mim, gosto de pensar sinodalidade colocando o foco na pessoa do outro. O outro com quem me ponho ao caminho começando por escutar ideias, temas, rotas e metodologias que propõe, ouvindo mais e falando menos para melhor o poder compreender. [Texto de José António Santos].

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O relatório do grupo do Vaticano sobre “questões emergentes”, centradas sobretudo na comunidade LGBTQI, trouxe uma lufada de ar ao modo como a Igreja Católica se relaciona com essas pessoas. Os setores mais conservadores reagiram e é com esses que o padre James Alison dialoga nesta carta aberta de que hoje publicamos a primeira parte, dedicada ao ensino da encíclica Humanae Vitae.

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