Patriarca diz que isolamento social faz reviver solidão de Jesus
Numa “Carta aos diocesanos de Lisboa”, publicada esta terça-feira, 17, o patriarca acrescenta ainda que, em algumas partes do mundo, “atingidas por calamidades naturais, bélicas ou sanitárias” e mesmo com a presença de clero “interrompida ou muito condicionada, as comunidades e famílias persistiram na oração.
Manuel Clemente diz que acompanha os padres na “profunda tristeza de não poder celebrar” a liturgia da Quaresma “forte e espiritualmente fecunda”, e agradece “a criatividade” com que “têm usado as possibilidades mediáticas ou a multiplicação, nas famílias ou grupos, de “iniciativas de oração biblicamente inspirada”.
O primeiro agradecimento do patriarca vai, entretanto, para a “dedicação e coragem” dos profissionais de saúde e dos que, “nos vários serviços públicos, sociais ou privados”, trabalham para “prevenir e debelar a presente pandemia”. Podem estar certos, diz, “do nosso apoio como concidadãos e da nossa oração como crentes”, escreve no texto.
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