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Tomás Pereira e o Imperador Kangxi – apresentação de livro sobre jesuíta português na China do século XV

No século xv, Tomás Pereira estabeleceu uma inédita relação de proximidade e de diálogo intercultural entre o Ocidente e o Oriente como conselheiro do Imperador chinês Kangxi, com o qual privou durante 35 anos. Contudo, a notável história deste jesuíta seiscentista dotado de uma invulgar inteligência foi esquecida por Portugal. Seis séculos depois, a historiadora Tereza Sena desfaz essa injustiça com a publicação de Tomás Pereira e o Imperador Kangxi – Um Diálogo entre a China e o Ocidente, uma empolgante narrativa histórica que nos revela como viveu esse homem absolutamente singular. Tomás Pereira e o Imperador Kangxi – Um Diálogo entre a China e o Ocidente chega à rede livreira nacional no próximo dia 27 de Setembro, numa edição Guerra e Paz. O lançamento oficial da obra acontece no dia 29 de Setembro, a partir das 18h00, no auditório do Centro Científico e Cultural de Macau, em Lisboa, a apresentação estará a cargo de António Vasconcelos de Saldanha, professor catedrático da Universidade de Lisboa e professor emeritus da Universidade de Macau, e contará, além da autora, com as intervenções de José Augusto Duarte, Embaixador de Macau em Lisboa, e de Isabel Murta Pina, investigadora do CCCM.

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Não às armas nucleares (2): Deus não precisa da bomba

[Arquipélago Jerusalém]

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O Projeto Manhattan habituou o estado norte-americano a uma operação gigantesca conduzida sob segredo, com informação compartimentada, financiamento protegido do escrutínio do Congresso e uma disciplina que separava quem sabia de quem tinha autorização para perguntar. Até Harry Truman, vice-presidente, permaneceu à margem do segredo até suceder a Roosevelt. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Quando a liturgia deixa de ser liturgia: à luz de Romano Guardini

[Entre Margens]

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“A liturgia não diz eu, mas nós”, é a célebre frase do ilustre teólogo Romano Guardini no seu magnum opus O Espírito da Liturgia, frase esta que o Papa Francisco parafraseia na Carta Apostólica Desiderio Desideravi, acrescentando ainda que “…qualquer limitação à amplitude deste “nós” é sempre demoníaca”. [Texto de Diogo Almeida].

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