Em contagem decrescente para a tão aguardada chegada do Papa Francisco a Portugal, acompanhado de peregrinos de todo o mundo, tenho a admitir que me parece ainda um pouco irreal que seja desta vez Lisboa o palco das Jornadas. Talvez a génese deste sentimento venha dos tempos difíceis que temos vivido enquanto Igreja, quer a nível interno, quer a nível externo.





