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Artigos de José Pedro Castanheira
O estranho “suicídio” do pastor Zedequias Manganhela

Livro sobre a PIDE

O estranho “suicídio” do pastor Zedequias Manganhela

O livro será apresentado nesta quarta-feira, 16, a partir das 18h30, no auditório do Liceu Camões, em Lisboa, com intervenções da historiadora Maria Inácia Rezola, responsável da Comissão Comemorativa 50 anos do 25 de Abril, e por Fernando Marques Mendes, antigo padre do Macúti, um dos que denunciou os massacres cometidos pelo Exército português na então colónia de Moçambique.

Quando a PIDE espiou o cardeal Ribeiro por causa da Capela do Rato

Pré-publicação

Quando a PIDE espiou o cardeal Ribeiro por causa da Capela do Rato

Novo volume das Histórias da PIDE – Quando era a DGS de Caetano (edição Tinta-da-China), da autoria do jornalista José Pedro Castanheira. O 7MARGENS reproduz a seguir, em pré-publicação, alguns excertos do capítulo sobre o cardeal Ribeiro – concretamente, sobre o caso da Capela do Rato e as consequências nos meses seguintes.

D. Eurico Dias Nogueira, um bispo vigiado pela PIDE

Pré-publicação

D. Eurico Dias Nogueira, um bispo vigiado pela PIDE

O então bispo de Vila Cabral (atual Lichinga, Moçambique), Eurico Dias Nogueira, foi submetido a constante vigilância por parte da polícia política do Estado Novo. Este é um dos casos tratados no novo livro do jornalista José Pedro Castanheira, que recolhe várias “Histórias da PIDE” e que serºa posto à venda na quinta, dia 23, e apresentação pública dia 6 de novembro.

O estranho “suicídio” do pastor Zedequias Manganhela

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O livro será apresentado nesta quarta-feira, 16, a partir das 18h30, no auditório do Liceu Camões, em Lisboa, com intervenções da historiadora Maria Inácia Rezola, responsável da Comissão Comemorativa 50 anos do 25 de Abril, e por Fernando Marques Mendes, antigo padre do Macúti, um dos que denunciou os massacres cometidos pelo Exército português na então colónia de Moçambique.

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Pré-publicação

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Desobediência: anátema, direito ou dever? (mea culpa, mea maxima culpa)

[Entre Margens]

Desobediência: anátema, direito ou dever? (mea culpa, mea maxima culpa) novidade

Temos assistido nestes dias à reivindicação do direito efetivo à habitação e contestação ao rumo que o governo (e os sucessivos governos a quem coube a responsabilidade pelas políticas para assegurar este direito) tem tomado ou se prepara para tomar. Contestação que desembocou em atos de desobediência às autoridades que justificaram, na ótica destas, a intervenção violenta para a reposição da “ordem pública”. [Texto de Carlos Dias].

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