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Artigos de Luísa Ribeiro Ferreira
Na morte de um grande Professor e Amigo

[Nas margens da filosofia] (LXXXIX)

Na morte de um grande Professor e Amigo

Na madrugada de sábado, 22, morreu o padre Joaquim Cerqueira Gonçalves. Melhor do que “morreu” seria escrever “morreu-nos”, pois ele era amigo de uma multidão de pessoas que por vários motivos e em várias circunstâncias com ele conviveram, quer no âmbito universitário quer em actividades de carácter religioso e cultural, animando sempre o público com as suas intervenções e problemas. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

“Ler é um prazer em todas as idades”

[Nas margens da filosofia (LXXXVIII)]

“Ler é um prazer em todas as idades”

É incontestável que desde que nascemos iniciamos um processo de envelhecimento, pois cada dia avançamos em anos e embora só tarde na vida comecemos a ser considerados velhos, e tratados como tal, o facto é que, como diz o povo, “a idade não perdoa”. Chegados a uma dada altura somos mais atreitos ao cansaço, a esquecimentos e a múltiplas doenças que nos enfraquecem, quer física quer psiquicamente. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

[Nas margens da filosofia (LXXXIV)]

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

“Nas bibliotecas, as pessoas conviviam umas com as outras, a maior parte das vezes em silêncio mas também havia ocasiões em que, fora do recinto de leituras, trocavam ideias, discutiam… Hoje, tudo isso se faz na Internet e há anos que não entro numa biblioteca pública. Daí a questão que coloquei como título deste texto não ser meramente retórica.” – A reflexão de Luísa Ribeiro Ferreira

Na reabertura do Terraço

Nas margens da filosofia (LXXXIII)

Na reabertura do Terraço

Aos poucos a vida tem regressado à normalidade e os velhos hábitos, esquecidos com o medo da pandemia, voltaram a fazer parte do nosso quotidiano. Assim aconteceu com as Conferências do Terraço, durante anos promovidas pelo Graal num espaço onde as pessoas se conheciam (ou passaram a conhecer-se). Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira.

Os bárbaros já chegaram

Nas margens da filosofia (LXXX)

Os bárbaros já chegaram

O tempo que hoje vivemos é diferente e o desrespeito das leis internacionais é visível, presente quotidianamente nos noticiários a que assistimos. A força tornou-se de novo um factor político determinante, a mentira usa-se com despudor para justificar actos inqualificáveis como raptos de dirigentes, apropriação indevida de territórios, desrespeito por tratados e compromissos há muito firmados. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

” No verão sou jardineira “

[Nas margens da filosofia (LXXVII)]

” No verão sou jardineira “

Há anos que a nossa família tem por hábito passar o mês de Agosto numa casa de praia – no início, pais e filhos, depois acrescentaram-se os netos e, já há alguns anos, os   bisnetos. É uma altura animada, por vezes mesmo agitada devido à diferença de hábitos, de horários e de mentalidades. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Na morte de um grande Professor e Amigo

[Nas margens da filosofia] (LXXXIX)

Na morte de um grande Professor e Amigo

Na madrugada de sábado, 22, morreu o padre Joaquim Cerqueira Gonçalves. Melhor do que “morreu” seria escrever “morreu-nos”, pois ele era amigo de uma multidão de pessoas que por vários motivos e em várias circunstâncias com ele conviveram, quer no âmbito universitário quer em actividades de carácter religioso e cultural, animando sempre o público com as suas intervenções e problemas. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

“Ler é um prazer em todas as idades”

[Nas margens da filosofia (LXXXVIII)]

“Ler é um prazer em todas as idades”

É incontestável que desde que nascemos iniciamos um processo de envelhecimento, pois cada dia avançamos em anos e embora só tarde na vida comecemos a ser considerados velhos, e tratados como tal, o facto é que, como diz o povo, “a idade não perdoa”. Chegados a uma dada altura somos mais atreitos ao cansaço, a esquecimentos e a múltiplas doenças que nos enfraquecem, quer física quer psiquicamente. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

[Nas margens da filosofia (LXXXIV)]

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

“Nas bibliotecas, as pessoas conviviam umas com as outras, a maior parte das vezes em silêncio mas também havia ocasiões em que, fora do recinto de leituras, trocavam ideias, discutiam… Hoje, tudo isso se faz na Internet e há anos que não entro numa biblioteca pública. Daí a questão que coloquei como título deste texto não ser meramente retórica.” – A reflexão de Luísa Ribeiro Ferreira

Na reabertura do Terraço

Nas margens da filosofia (LXXXIII)

Na reabertura do Terraço

Aos poucos a vida tem regressado à normalidade e os velhos hábitos, esquecidos com o medo da pandemia, voltaram a fazer parte do nosso quotidiano. Assim aconteceu com as Conferências do Terraço, durante anos promovidas pelo Graal num espaço onde as pessoas se conheciam (ou passaram a conhecer-se). Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira.

Os bárbaros já chegaram

Nas margens da filosofia (LXXX)

Os bárbaros já chegaram

O tempo que hoje vivemos é diferente e o desrespeito das leis internacionais é visível, presente quotidianamente nos noticiários a que assistimos. A força tornou-se de novo um factor político determinante, a mentira usa-se com despudor para justificar actos inqualificáveis como raptos de dirigentes, apropriação indevida de territórios, desrespeito por tratados e compromissos há muito firmados. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

” No verão sou jardineira “

[Nas margens da filosofia (LXXVII)]

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Há anos que a nossa família tem por hábito passar o mês de Agosto numa casa de praia – no início, pais e filhos, depois acrescentaram-se os netos e, já há alguns anos, os   bisnetos. É uma altura animada, por vezes mesmo agitada devido à diferença de hábitos, de horários e de mentalidades. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Últimas Notícias

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O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred novidade

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

Bíblia da CEP

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias novidade

A Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.

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