Temos assistido nestes dias à reivindicação do direito efetivo à habitação e contestação ao rumo que o governo (e os sucessivos governos a quem coube a responsabilidade pelas políticas para assegurar este direito) tem tomado ou se prepara para tomar. Contestação que desembocou em atos de desobediência às autoridades que justificaram, na ótica destas, a intervenção violenta para a reposição da “ordem pública”. [Texto de Carlos Dias].





