Foi um Papa rendido à “marca de criatividade” da Espanha, ovacionado de pé, como uma qualquer estrela pop num encontro das artes, economia e desporto, ou que teve mais de um milhão de pessoas a acompanharem a missa no centro de Madrid, que lembrou a necessidade de não desprezar o irmão, quando alguém se ajoelha perante o Senhor.












