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Irmã Vanina escolheu estar onde a vida é mais frágil

Da Argentina para Portugal

Irmã Vanina escolheu estar onde a vida é mais frágil

A irmã Vanina Miño é uma religiosa argentina que está em missão em Portugal. Tem 48 anos e nasceu na província de Santa Fé, no centro da Argentina. Sempre quis ser missionária. Aos 16 anos começou a ter contacto com as Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo e, aos 22, tornou-se uma religiosa desta congregação. É também assistente social. [Texto Juliana Batista].

Uma possível hagiografia? ou uma Santa ecofeminista?

Santa Brígida de Kildare

Uma possível hagiografia? ou uma Santa ecofeminista?

Ouso escrever uma “hagiografia” de Santa Brígida de Kildare, bem menos conhecida do que Brígida da Suécia (século XIV). Tive a oportunidade de fazer uma peregrinação à Irlanda com um grupo de cristãos da Capela do Rato (8 a 14 de julho) – o detalhado “diário” de viagem será publicado no site da Capela e foi muito estimulante escrevê-lo.

Eugénio Fonseca: memória e gratidão

Testemunho

Eugénio Fonseca: memória e gratidão

Ainda a “processar” interiormente a partida precoce de Eugénio Fonseca, ex-presidente da Cáritas Portuguesa, ouso colocar no papel em jeito de memória e de agradecimento, a propósito do dia em que celebraria o 69º aniversário natalício (neste sábado, 29) um pouco de tanto que a vida nos deu oportunidade de partilhar, deixando marcas indeléveis, com sabor a eternidade! [Testemunho de Paulo Neves].

A religiosa mexicana que descobriu Deus junto dos mais frágeis

Irmã Elina

A religiosa mexicana que descobriu Deus junto dos mais frágeis

De passagem por Portugal, a irmã Elina Guadalupe traz consigo uma história de serviço que começou no México. Aos 42 anos, a engenheira que se apaixonou pelo trabalho com pessoas com deficiência dedica hoje a sua vida a comunidades pobres, doentes e abandonadas. [Texto de Juliana Batista].

Na morte de um grande Professor e Amigo

[Nas margens da filosofia] (LXXXIX)

Na morte de um grande Professor e Amigo

Na madrugada de sábado, 22, morreu o padre Joaquim Cerqueira Gonçalves. Melhor do que “morreu” seria escrever “morreu-nos”, pois ele era amigo de uma multidão de pessoas que por vários motivos e em várias circunstâncias com ele conviveram, quer no âmbito universitário quer em actividades de carácter religioso e cultural, animando sempre o público com as suas intervenções e problemas. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

“Homens, sede Homens”

Evocação

“Homens, sede Homens”

Ao tomar conhecimento da morte do Prof. Eugénio Fonseca, além da profunda tristeza que a notícia em mim provocou, no meu espírito surgiu, inexplicavelmente, a célebre frase do Papa S. Paulo VI, em Fátima, em 1967: “Homens, sede Homens”. Passadas algumas horas, começou a clarificar-se o porquê desta frase ter surgido na minha mente: na verdade, ela aplica-se perfeitamente a este grande Homem! [Texto do Padre Manuel António Guerreiro]

Irmã Vanina escolheu estar onde a vida é mais frágil

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Ouso escrever uma “hagiografia” de Santa Brígida de Kildare, bem menos conhecida do que Brígida da Suécia (século XIV). Tive a oportunidade de fazer uma peregrinação à Irlanda com um grupo de cristãos da Capela do Rato (8 a 14 de julho) – o detalhado “diário” de viagem será publicado no site da Capela e foi muito estimulante escrevê-lo.

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Ainda a “processar” interiormente a partida precoce de Eugénio Fonseca, ex-presidente da Cáritas Portuguesa, ouso colocar no papel em jeito de memória e de agradecimento, a propósito do dia em que celebraria o 69º aniversário natalício (neste sábado, 29) um pouco de tanto que a vida nos deu oportunidade de partilhar, deixando marcas indeléveis, com sabor a eternidade! [Testemunho de Paulo Neves].

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Na madrugada de sábado, 22, morreu o padre Joaquim Cerqueira Gonçalves. Melhor do que “morreu” seria escrever “morreu-nos”, pois ele era amigo de uma multidão de pessoas que por vários motivos e em várias circunstâncias com ele conviveram, quer no âmbito universitário quer em actividades de carácter religioso e cultural, animando sempre o público com as suas intervenções e problemas. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

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Estafetas no fio da navalha

[Entre Margens]

Estafetas no fio da navalha novidade

Há uma situação que, para mim, começa a ser difícil de explicar sem recorrer à ironia: centenas de estafetas têm conseguido, nos tribunais portugueses, o reconhecimento do seu vínculo laboral com as plataformas digitais. Ou seja, a Justiça diz, em determinadas decisões, que ali existe uma relação de trabalho. [Texto de Marcel Borges, presidente da Associação dos Imigrantes e Trabalhadores por Aplicação]

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