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Artigos de Dulce Vilas Boas
Quando os livros nos trazem memórias de infância

Trago comigo (13)

Quando os livros nos trazem memórias de infância

Publicamos a seguir o décimo terceiro texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. O texto, de Dulce Vilas Boas, fala-nos de livros e de “Ernestina” de José Rentes de Carvalho.

Aldeia de S. Sebastião – Vilar Formoso

Aldeia de S. Sebastião – Vilar Formoso

Não sei quantos habitantes terá, mas presumo que não chega aos duzentos. No verão são mais, vindos sobretudo de França e da Suíça, e partem no fim de agosto, quando a luz e o calor esmorecem e tudo se conjuga numa (in)explicável nostalgia. Alguns ficaram e tiveram energia para criar uma associação cultural e desportiva, construir uma piscina e courts de ténis, bungalows, um lar de terceira idade, dinamizar atividades para os mais jovens.

Quando os livros nos trazem memórias de infância

Trago comigo (13)

Quando os livros nos trazem memórias de infância

Publicamos a seguir o décimo terceiro texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. O texto, de Dulce Vilas Boas, fala-nos de livros e de “Ernestina” de José Rentes de Carvalho.

Aldeia de S. Sebastião – Vilar Formoso

Aldeia de S. Sebastião – Vilar Formoso

Não sei quantos habitantes terá, mas presumo que não chega aos duzentos. No verão são mais, vindos sobretudo de França e da Suíça, e partem no fim de agosto, quando a luz e o calor esmorecem e tudo se conjuga numa (in)explicável nostalgia. Alguns ficaram e tiveram energia para criar uma associação cultural e desportiva, construir uma piscina e courts de ténis, bungalows, um lar de terceira idade, dinamizar atividades para os mais jovens.

Últimas Notícias

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A distância e a escrita

[Entre Margens]

A distância e a escrita novidade

Vi há algum tempo a peça de Tiago Rodrigues, La Distance, e pensei sobre as cartas que troco com a minha mãe. Na peça, uma filha parte para outro planeta, num futuro apocalíptico em que a vida na terra se tornou insustentável. O público vive a dor dilacerante do pai que fica, que troca mensagens de voz com a filha, e a quem às tantas ela diz que estão mais próximos, agora. [Texto de Joana Rigato].

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