Como neta de um avô, desde a Páscoa de Francisco, tenho andado a folhear o álbum de família, a começar naquele primeiro grande sinal – a presença na ilha de Lampedusa, em 2013, com aquelas perguntas todas diretas ao coração: “Quem de nós chorou por este facto e por factos como este? Quem chorou por estas pessoas que vinham no barco?”.







