AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Artigos de Luís Francisco Marques
Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

Vivenciar as mediações como absolutos, sem consciência da provisoriedade e do perspetivismo que as constitui, contribui para o empobrecimento das mesmas e para a frustração dos sujeitos que as protagonizam. Reflito desde a Escola [como conceito, mas sempre situada em circunstâncias múltiplas], mas creio que o mesmo se pode dizer de quaisquer experiências associativas de pessoas, com incidência naquelas que têm um forte impacto público, onde os partidos políticos e as igrejas podem ser pensados como paradigmas. [Texto de Luís Francisco Marques].

Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

Bastidores: desde a escola a tudo o que é comum

A realidade maniqueísta do gosto/não gosto, a versão superficial do porque sim/porque não ou a sua sucedânea preguiçosa do sim/não, mas não sei explicar podem radicar na ingenuidade da crença em ‘magias’ messiânicas, que prometem sucesso inequívoco. Falamos do contexto educativo em geral e escolar em particular, que, cedendo a esta tendência, etiqueta redutoramente os jovens como consumidores do processo de fabricação social, remetendo-os para um futuro eventualmente ótimo, mas ao qual se subtrai o bom do presente e o lastro da memória. [Texto de Luís Francisco Marques].

Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

Escola, paradoxo e tensão

A obsessão resultadista, no contexto escolar, secundariza a importância do saber. Põe a tónica nos meios, nos equipamentos, na burocracia que defende a ‘estrutura’, na cedência ao gosto em nome da captação e da atratividade afetiva do ambiente… O diagnóstico não tem pretensão de exaustividade… [Texto de Luís Francisco Marques].

Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

À eternidade

Cedo a vida lhe tolheu movimentos e diminuiu sonhos. Com marcas físicas e não com figuras de estilo contextuais. Ser a derradeira de uma longa prole destinou-a a ser a última a sair de um local donde não se saía, ao tempo. Por não haver experiências e lugares de futuro. A geografia fê-la e a terra misturou-se com a sua pele. [Testemunho de Luís Francisco Marques].

Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

Vivenciar as mediações como absolutos, sem consciência da provisoriedade e do perspetivismo que as constitui, contribui para o empobrecimento das mesmas e para a frustração dos sujeitos que as protagonizam. Reflito desde a Escola [como conceito, mas sempre situada em circunstâncias múltiplas], mas creio que o mesmo se pode dizer de quaisquer experiências associativas de pessoas, com incidência naquelas que têm um forte impacto público, onde os partidos políticos e as igrejas podem ser pensados como paradigmas. [Texto de Luís Francisco Marques].

Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

Bastidores: desde a escola a tudo o que é comum

A realidade maniqueísta do gosto/não gosto, a versão superficial do porque sim/porque não ou a sua sucedânea preguiçosa do sim/não, mas não sei explicar podem radicar na ingenuidade da crença em ‘magias’ messiânicas, que prometem sucesso inequívoco. Falamos do contexto educativo em geral e escolar em particular, que, cedendo a esta tendência, etiqueta redutoramente os jovens como consumidores do processo de fabricação social, remetendo-os para um futuro eventualmente ótimo, mas ao qual se subtrai o bom do presente e o lastro da memória. [Texto de Luís Francisco Marques].

Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

Escola, paradoxo e tensão

A obsessão resultadista, no contexto escolar, secundariza a importância do saber. Põe a tónica nos meios, nos equipamentos, na burocracia que defende a ‘estrutura’, na cedência ao gosto em nome da captação e da atratividade afetiva do ambiente… O diagnóstico não tem pretensão de exaustividade… [Texto de Luís Francisco Marques].

Da escola ‘jurídica’ à escola comunidade

À eternidade

Cedo a vida lhe tolheu movimentos e diminuiu sonhos. Com marcas físicas e não com figuras de estilo contextuais. Ser a derradeira de uma longa prole destinou-a a ser a última a sair de um local donde não se saía, ao tempo. Por não haver experiências e lugares de futuro. A geografia fê-la e a terra misturou-se com a sua pele. [Testemunho de Luís Francisco Marques].

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Bíblia e atenção aos anciãos

[A Palavra e a vida]

Bíblia e atenção aos anciãos

A fé bíblica solicita com vigor o respeito para com o ancião, também por ele ser frágil: “Levanta-te diante dos cabelos brancos e honra o rosto do ancião; teme o teu Deus” (Lev 19,32). Honrar os anciãos era abrir o futuro aos jovens. O sábio Ben Sira recomenda-o: “Não desprezes um ancião, porque também nós envelheceremos” (8,6). [Texto de Armindo Vaz, frade da Ordem dos Carmelitas Descalços]

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest