Vivenciar as mediações como absolutos, sem consciência da provisoriedade e do perspetivismo que as constitui, contribui para o empobrecimento das mesmas e para a frustração dos sujeitos que as protagonizam. Reflito desde a Escola [como conceito, mas sempre situada em circunstâncias múltiplas], mas creio que o mesmo se pode dizer de quaisquer experiências associativas de pessoas, com incidência naquelas que têm um forte impacto público, onde os partidos políticos e as igrejas podem ser pensados como paradigmas. [Texto de Luís Francisco Marques].





