Sentimos a necessidade de comunidades capazes de saírem das vedações protegidas do hábito, para ir ao encontro do outro onde ele está, independentemente da sua condição socioeconómica, da origem, do status legal ou da orientação sexual. Uma Igreja que possa ser compreendida por todos, conforme ao Mestre. Pois, muitas vezes, as nossas palavras, os gestos e os rituais são de difícil compreensão para quem não pratica assiduamente. Estamos conscientes disto?





