Estamos em crise, sim. Que bom. Porque é tempo de escolher e definir caminhos. Ao que parece, a última braçada de bruços perdeu balanço e é a nossa vez de dar o próximo impulso. Com a liberdade de questionar o inquestionável, herdámos o peso da responsabilidade. Mas desde quando desligar o automático é mau?





