
Presidente ucraniano acompanhado de uma jornalista, numa fotografia de arquivo, de junho de 2021, numa visita à região de Donetsk, hoje nas mãos de separatistas. Foto © President.gov.ua, via Wikimedia Commons
Gleb Liachenko, um blogger de 33 anos que era presença habitual em programas televisivos, foi colocado, no dia 31 de março, em prisão preventiva por dois meses em Lviv (Ucrânia) sob a acusação de traição. La Croix indica, na sua edição de 4 de abril, que a acusação foi feita pelos serviços secretos ucranianos e incluía o facto de Liachenko “apoiar as ações do país invasor”. Na quarta-feira, um outro blogger, utilizador da rede TikTok, tinha sido acusado de negar a invasão russa.
A guerra, a lei marcial e uma nova lei aprovada pelo Parlamento a 26 de março que prevê penas até doze anos de prisão para quem colaborar com a Rússia, criaram restrições à liberdade de informação contra as quais se insurge uma petição do Instituto de Informação Media (uma ONG ucraniana) elaborada com o apoio de vários jornalistas e editores de media.









