Marco Gil cresceu na aldeia de São Francisco de Assis (Covilhã) e desde pequeno que se deixa maravilhar pelo céu do interior. Quando descobriu que nem toda a gente via o mesmo céu límpido, estrelado e infinito que ele, decidiu aliar as paixões pela fotografia e pelos astros “para poder partilhar com o mundo aquele céu maravilhoso” que observava na Beira Interior, o“mais visível para ver as estrelas, a par do do Alentejo”.
“É aquela sensação de paz, de imensidão. No fundo, estamos a olhar para o infinito e parece que está nas nossas mãos, mas é infinito na mesma. É absolutamente mágico”, explica, acerca deste exercício de observação e contemplação “privado e intimista”. Uma galeria fotográfica para ver aqui.









