Opinião
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[Trago comigo -3]
A Lentidão, de Milan Kundera
O pequeno livro A Lentidão, de Milan Kundera, orbita em torno da seguinte proposição ou, na expressão do autor, “equação da matemática existencial”: “o grau de lentidão é diretamente proporcional à intensidade da memória; o grau de velocidade é diretamente proporcional à intensidade do esquecimento.” [Texto de Rúben Azevedo].
Cristo levantado
A sacralização dos símbolos é uma velha tendência profundamente humana. Veja-se o caso das relíquias, das imagens de Jesus, Maria e dos santos. Um símbolo aponta para uma verdade espiritual profunda. Sacralizar um símbolo empobrece e desvia a tenção do que realmente importa.
E se S. Tomás vivesse nos dias de hoje?
Há anos, Umberto Eco perguntava: o que faria Tomás de Aquino se vivesse nos dias de hoje? Aperceber-se-ia de que “não poderia nem deveria elaborar um sistema definitivo, como uma arquitetura acabada, mas preferiria uma espécie de sistema móvel, uma Suma de folhas substituíveis, porque na sua enciclopédia das ciências entraria a noção de provisoriedade histórica. Diria, por certo, que deveria pensar outra coisa”. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins]
O regresso da sombra da escravidão
Vivemos um tempo de grande angústia e incerteza. As guerras multiplicam-se e os sinais de intolerância são cada vez mais evidentes. A fim de ser concreta também a nossa Quaresma, o primeiro passo é querer ver a realidade. O direito internacional e a dignidade humana são desprezados. [O texto de Guilherme d’Oliveira Martins]
Como é possível a Paz?
O Papa Francisco alerta-nos na Mensagem do Dia Mundial da Paz de 2024 para o facto de as máquinas inteligentes poderem “desempenhar as tarefas que lhes são atribuídas com uma eficiência cada vez maior, mas a finalidade e o significado das suas operações continuarão a ser determinados ou capacitados por seres humanos com o seu próprio universo de valores. (Guilherme d’Oliveira Martins).
1925-2023
Jacques Delors: Mais do que Europa
Conheci Jacques Delors antes de se tornar mito. Foi a militância cristã que acompanhei desde os anos setenta. Conheci-o pessoalmente na passagem dos anos noventa para 2000. Falámos então sobre a herança de Emmanuel Mounier, sobre a Educação para o século XXI e sobre questões candentes na construção europeia, que muito o preocupavam, como o alargamento, o défice democrático e a perda na coesão económica e social. Em outubro de 2000, celebrámos na UNESCO em Paris, com Paul Ricoeur e Guy Coq os cinquenta anos do filósofo do “Traité du Caràctere”. (Um texto de Guilherme d’Oliveira Martins)
Lembrar o Padre Manuel Antunes
Começo por agradecer ao Professor José Eduardo Franco a iniciativa de fazer regressar aos nossos dias um mestre fundamental. O Padre Manuel Antunes teve um papel essencial, ainda antes de 1974, na preparação da democracia. Os seus textos são exemplo que não podemos esquecer. (Guilherme d’Oliveira Martins)
Cristo levantado
A sacralização dos símbolos é uma velha tendência profundamente humana. Veja-se o caso das relíquias, das imagens de Jesus, Maria e dos santos. Um símbolo aponta para uma verdade espiritual profunda. Sacralizar um símbolo empobrece e desvia a tenção do que realmente importa.
E se S. Tomás vivesse nos dias de hoje?
Há anos, Umberto Eco perguntava: o que faria Tomás de Aquino se vivesse nos dias de hoje? Aperceber-se-ia de que “não poderia nem deveria elaborar um sistema definitivo, como uma arquitetura acabada, mas preferiria uma espécie de sistema móvel, uma Suma de folhas substituíveis, porque na sua enciclopédia das ciências entraria a noção de provisoriedade histórica. Diria, por certo, que deveria pensar outra coisa”. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins]
O regresso da sombra da escravidão
Vivemos um tempo de grande angústia e incerteza. As guerras multiplicam-se e os sinais de intolerância são cada vez mais evidentes. A fim de ser concreta também a nossa Quaresma, o primeiro passo é querer ver a realidade. O direito internacional e a dignidade humana são desprezados. [O texto de Guilherme d’Oliveira Martins]
Como é possível a Paz?
O Papa Francisco alerta-nos na Mensagem do Dia Mundial da Paz de 2024 para o facto de as máquinas inteligentes poderem “desempenhar as tarefas que lhes são atribuídas com uma eficiência cada vez maior, mas a finalidade e o significado das suas operações continuarão a ser determinados ou capacitados por seres humanos com o seu próprio universo de valores. (Guilherme d’Oliveira Martins).
1925-2023
Jacques Delors: Mais do que Europa
Conheci Jacques Delors antes de se tornar mito. Foi a militância cristã que acompanhei desde os anos setenta. Conheci-o pessoalmente na passagem dos anos noventa para 2000. Falámos então sobre a herança de Emmanuel Mounier, sobre a Educação para o século XXI e sobre questões candentes na construção europeia, que muito o preocupavam, como o alargamento, o défice democrático e a perda na coesão económica e social. Em outubro de 2000, celebrámos na UNESCO em Paris, com Paul Ricoeur e Guy Coq os cinquenta anos do filósofo do “Traité du Caràctere”. (Um texto de Guilherme d’Oliveira Martins)
Lembrar o Padre Manuel Antunes
Começo por agradecer ao Professor José Eduardo Franco a iniciativa de fazer regressar aos nossos dias um mestre fundamental. O Padre Manuel Antunes teve um papel essencial, ainda antes de 1974, na preparação da democracia. Os seus textos são exemplo que não podemos esquecer. (Guilherme d’Oliveira Martins)
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