Quatro mil queijos a mais, quase três toneladas em armazém, estavam a tornar-se um problema. No mosteiro de Citeaux (Cister, perto de Dijon, na Borgonha, França), a casa-mãe da Ordem Cisterciense sofreu os efeitos da pandemia acumulando os queijos produzidos e que não se estavam a vender.
No final da semana passada, os monges associaram-se à Divine Box, uma empresa de jovens empresários que vende produtos de mosteiros e conventos. Queriam escoar uma tonelada de queijo em três dias, explica ao 7MARGENS o irmão Benoît, ecónomo do mosteiro e um dos responsáveis da queijaria.





