Os “curas villeros” (em português, “padres das favelas”) – grupo de presbíteros argentinos comprometidos com o trabalho pastoral nas periferias – partilharam, numa carta aberta divulgada na semana passada, a sua “grande preocupação pela atual situação social” da Argentina e pela “pouca perspetiva de um Estado que cuide dos mais fracos”. O novo Presidente do país, Javier Milei, tem sido alvo de críticas por parte deste movimento, que considera que a sua conceção minimalista do papel do Governo na sociedade está a contribuir para agravar a crise.






