A via sinodal alemã expressa a “tentativa da Igreja neste país enfrentar as causas sistémicas dos abusos sexuais e do seu encobrimento que causaram sofrimento incalculável a tantas pessoas dentro e através da Igreja”, escreveu a 13 de abril o presidente da Conferência Episcopal Alemã, o bispo Georg Bätzing, em resposta às críticas da carta aberta de 74 prelados divulgada no dia anterior.





