Tem um ar angelical, cultiva uma imagem de benfeitora, é casada com um padre ortodoxo, tem cinco filhos biológicos e é mãe adotiva ou tutora legal de outras 18 crianças, e trabalha desde 2021 como comissária presidencial para os Direitos das Crianças na Federação Russa. No entanto, juntamente com Vladimir Putin, que a nomeou para o cargo quatro meses antes do início da guerra, Maria Lvova-Belova é acusada pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) de deportar crianças ucranianas para a Rússia: um crime de guerra que nenhum deles encara como tal, antes pelo contrário.





