A escola para todos é um dado recente da nossa história colectiva. Vivida ainda por muitos como um percurso pessoal incomparável, recheado de obstáculos e do qual nada se extraiu (a proliferação das praxes no ensino superior aí está para o evidenciar, no capítulo da educação moral), é, por isso mesmo, uma instituição de que se discute vivamente a função e a legitimidade [Texto de João Santos]





