Quando se tornou líder da Resistência francesa ao nazismo, foi-lhe dada uma pistola que ele enterrou e nunca usaria. Jean Moulin foi um cidadão banal que entendeu que o seu dever era resistir à barbárie. Uma quinzena de actividades em Lisboa evoca a sua passagem por Portugal, onde durante cinco semanas redigiu um importante relatório que permitiria unir a Resistência.





