Vivemos um tempo singular. Somos, mais do que nunca, chamados a fazer sobressair, em nós próprios, aquilo que nos faz verdadeiramente pessoas: o cuidado que devemos uns aos outros, como a atitude de quem olha para os outros como espelho de si mesmo, a visão do próximo como aquele que é genuinamente diferente, numa diferença que se completa e nos torna verdadeiramente semelhantes na alteridade, unidos no essencial: a nossa dignidade de seres humanos, ao mesmo tempo únicos e (inter)dependentes uns dos outros.





