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A médica e mística cuja obra influenciou um dos maiores teólogos do século XX

Apresentação na Feira do Livro de Lisboa nesta quinta, 9

A médica e mística cuja obra influenciou um dos maiores teólogos do século XX

Foi uma das primeiras mulheres suíças a ser médica; nasceu protestante mas aos 38 anos tornou-se católica; pensou duas vezes no suicídio e acabou a ser considerada mística; escolheu como director espiritual o teólogo Hans Urs von Balthasar, considerado um dos maiores teólogos do século XX, mas este escreveu que a obra dela era “bastante mais importante do que” a sua própria.

“Oh! Quem me dera ser como são as crianças!”

“Oh! Quem me dera ser como são as crianças!”

Estou convencida que foi essa marca cristã, a educação que eu assimilei ao longo da minha infância e adolescência que não me fez esquecer a figura de Jesus – continuando a ler sobre Ele, a partir dos 40 anos, com renovado interesse – e após labirintos e encruzilhadas, regressar, após longa jornada, a Casa, ao cristianismo. Não somos nós todos peregrinos? Não procura o Pastor a ovelha extraviada e deixa as noventa e nove no monte?

A médica e mística cuja obra influenciou um dos maiores teólogos do século XX

Apresentação na Feira do Livro de Lisboa nesta quinta, 9

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Foi uma das primeiras mulheres suíças a ser médica; nasceu protestante mas aos 38 anos tornou-se católica; pensou duas vezes no suicídio e acabou a ser considerada mística; escolheu como director espiritual o teólogo Hans Urs von Balthasar, considerado um dos maiores teólogos do século XX, mas este escreveu que a obra dela era “bastante mais importante do que” a sua própria.

“Oh! Quem me dera ser como são as crianças!”

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Estou convencida que foi essa marca cristã, a educação que eu assimilei ao longo da minha infância e adolescência que não me fez esquecer a figura de Jesus – continuando a ler sobre Ele, a partir dos 40 anos, com renovado interesse – e após labirintos e encruzilhadas, regressar, após longa jornada, a Casa, ao cristianismo. Não somos nós todos peregrinos? Não procura o Pastor a ovelha extraviada e deixa as noventa e nove no monte?

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

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