A Coordenação Nacional das Capelanias Hospitalares emitiu um comunicado esta quarta-feira, dia 1, para esclarecer que “os capelães não estão impedidos de prestar assistência espiritual e religiosa”. Têm, isso sim, de cumprir “medidas de contingência existentes nos hospitais”, como todos os profissionais, por forma a minimizar os “riscos de contágio, quer dos capelães quer dos próprios doentes e dos profissionais”, sublinha o documento.





