Presumir a virtude do sujeito que detém o poder é, para além de naïf, algo injusto. Expor qualquer pessoa à possibilidade do poder sem limites (ainda que entendido como serviço) é deixá-la desamparada nas múltiplas decisões que tem de tomar com repercussões não só em si mesma, mas igualmente em terceiros. E também, obviamente, muito mais vulnerável para ceder a pressões, incluindo as da sua própria fragilidade.





