Em todo o debate público levantou-se novamente a questão da identidade evangélica, cuja percepção é complexa até para os próprios evangélicos e sobretudo para a maioria dos portugueses, cuja cultura religiosa é essencialmente católica-romana. Grande parte da percepção pública dos evangélicos deriva dos soundbites brasileiros e norte-americanos, onde há de facto lobbies evangélicos e ultra-conservadores, como a “Bancada Evangélica” ou o “Tea Party”. A isso, acrescenta-se a difusão dos canais de televisão e rádio neopentecostais, o que colabora para a criação de estereótipos sobre os evangélicos no seu todo.





