O que têm em comum o maltês Mario Grech, o norte-americano Joseph Tobin, o cingalês Vimal Tirimanna e o italiano Dario Vitali? Entre outras coisas, uma energia que parece inesgotável. Depois de terem passado o último mês no Vaticano, totalmente dedicados ao Sínodo dos Bispos, na manhã seguinte ao Sínodo ter terminado, o que fizeram eles? Se o leitor respondeu “descansar”, está completamente enganado.







