Muitos anseiam essa última emancipação, surpreendentemente sem temer o novo ser que resultará do ser que venceu a morte – e que o terá feito por ser escravo dos seus medos e das suas angústias. Mas há algo de assustador em tudo isto. É que, na ânsia de vencer o medo da morte, parecemos ter esquecido a lição mais infantil e, por isso, mais sábia de todas: é o ciclo da vida.





