Na perspetiva socioeconómica, é particularmente oportuna, sobretudo em situações de crise, a parábola dos trabalhadores da vinha que auferiram salário igual (Mt. 20, 1-16), independentemente da duração do seu trabalho. Se considerarmos não só o proprietário e os trabalhadores da parábola, mas toda a economia, a sociedade e o Estado de um país, faz sentido relacionarmo-la com o “rendimento básico universal” (RBU) condigno para cada um dos habitantes.





