Muitos lhe chamam “mãe” em vez de “irmã”, e isso já diz muito da religiosa scalabrininana que acaba de ganhar o Prémio Nansen – um galardão atribuído anualmente pela ACNUR (Agência da ONU para os Refugiados) para reconhecer o “trabalho extraordinário” de indivíduos ou grupos na proteção dos migrantes. Rosita Milesi não fez por menos: decidiu dedicar-lhes toda a sua vida, e, do alto dos seus 79 anos, promete não ficar por aqui.





