Sabemos que a justificação para a legalização do aborto eugénico é uma justificação “piedosa”: o aborto seria um ato de misericórdia que poupa às suas vítimas uma vida infeliz. Mesmo que isso fosse verdade, nunca justificaria que alguém se substituísse a essas vítimas para formular esse juízo. Mas o testemunho de muitas pessoas com o síndrome de Down, e de muitas famílias que as acolhem, revela que essas pessoas são felizes, apesar das suas limitações e da falta de apoios sociais que lhes seriam devidos.





