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Artigos de Filipe Moisés
Sérgio Godinho tocou-nos no ombro e a marca ficou lá

Cantautor faz 81 anos

Sérgio Godinho tocou-nos no ombro e a marca ficou lá novidade

São raros aqueles que sabem traduzir em palavras e de forma tão sublime os vários estágios da vida pelos quais invariavelmente todos passamos. O Sérgio Godinho é para mim essa inexplicável exceção, a quem a palavra é profundamente fiel às regras do jogo da existência, encontrando em cada compasso musical o ritmo que se faz sopro, dando-lhe assim o sentido necessário para chegar até nós. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

O algoritmo da emoção

Não demos conta, mas o sistema neoliberal em que assenta toda a estrutura política mundial preparou-nos faz tempo para este “admirável” mundo novo em descontrolo. A base em que está montada a Inteligência Artificial (IA), define-se, nos objetivos e nos métodos, na mesma base já impregnada no coração humano dos tempos atuais, quer no que tem de bom, quer no que tem de mau. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

Há alternativa: é preciso falar de Paz!

Vivemos um período de profunda deformação dos valores humanistas. Perante um cenário dantesco que se desdobra ao fio da espada, os poderosos deste Mundo decidem violar o direito internacional, subvertendo-lhe o sentido, enquanto sujam as mãos com sangue inocente (…) [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

“Não te vou abandonar, como eles fizeram contigo”

A história de vida do Miguel Salazar é um murro no estômago para todos aqueles que ainda têm mínimos de empatia em relação ao próximo. Maltratado pela própria mãe por ter assumido a sua orientação sexual, o Miguel ouviu gritos, levou tareias, puxões de cabelo, ameaças de expulsão de casa e de ainda mais agressões caso insistisse em defender o direito à sua dignidade. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

A divina imperfeição

Caminhava pelo Porto, quando me deparei com os azulejos de uma fachada, que observei e fotografei. Nenhum deles era igual. Todos tinham pequenos pormenores que os diferenciavam, mas, no seu conjunto e visto ao longe, o efeito visual do painel de azulejos parecia perfeito.

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

A neutralidade dos camaleões

Os períodos eleitorais interpelam-nos a debater política e a pensá-la; porém, é fora dos períodos eleitorais que devemos maturar e aprofundar as nossas posições políticas. Enquanto cidadãos responsáveis pelo exercício dos nossos deveres em sociedade, somos chamados a politizar-nos e isso implica olhar as temáticas que nos rodeiam com profundidade. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

A coragem da disrupção

A incapacidade de nos ouvirmos em comunidade é um dos dilemas do nosso tempo. Ouvir implica, desde logo, uma ponte: exige abertura ao outro, mesmo quando essa abertura não implica concordância absoluta. A escuta não pode ser subserviente nem pretensamente neutra, porque quem escuta traz consigo convicções, história e legitimidade para também ser ouvido. [Texto de Filipe Moisés].

Sérgio Godinho tocou-nos no ombro e a marca ficou lá

Cantautor faz 81 anos

Sérgio Godinho tocou-nos no ombro e a marca ficou lá novidade

São raros aqueles que sabem traduzir em palavras e de forma tão sublime os vários estágios da vida pelos quais invariavelmente todos passamos. O Sérgio Godinho é para mim essa inexplicável exceção, a quem a palavra é profundamente fiel às regras do jogo da existência, encontrando em cada compasso musical o ritmo que se faz sopro, dando-lhe assim o sentido necessário para chegar até nós. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

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Não demos conta, mas o sistema neoliberal em que assenta toda a estrutura política mundial preparou-nos faz tempo para este “admirável” mundo novo em descontrolo. A base em que está montada a Inteligência Artificial (IA), define-se, nos objetivos e nos métodos, na mesma base já impregnada no coração humano dos tempos atuais, quer no que tem de bom, quer no que tem de mau. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

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Há alternativa: é preciso falar de Paz!

Vivemos um período de profunda deformação dos valores humanistas. Perante um cenário dantesco que se desdobra ao fio da espada, os poderosos deste Mundo decidem violar o direito internacional, subvertendo-lhe o sentido, enquanto sujam as mãos com sangue inocente (…) [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

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“Não te vou abandonar, como eles fizeram contigo”

A história de vida do Miguel Salazar é um murro no estômago para todos aqueles que ainda têm mínimos de empatia em relação ao próximo. Maltratado pela própria mãe por ter assumido a sua orientação sexual, o Miguel ouviu gritos, levou tareias, puxões de cabelo, ameaças de expulsão de casa e de ainda mais agressões caso insistisse em defender o direito à sua dignidade. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

A divina imperfeição

Caminhava pelo Porto, quando me deparei com os azulejos de uma fachada, que observei e fotografei. Nenhum deles era igual. Todos tinham pequenos pormenores que os diferenciavam, mas, no seu conjunto e visto ao longe, o efeito visual do painel de azulejos parecia perfeito.

O algoritmo da emoção

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A neutralidade dos camaleões

Os períodos eleitorais interpelam-nos a debater política e a pensá-la; porém, é fora dos períodos eleitorais que devemos maturar e aprofundar as nossas posições políticas. Enquanto cidadãos responsáveis pelo exercício dos nossos deveres em sociedade, somos chamados a politizar-nos e isso implica olhar as temáticas que nos rodeiam com profundidade. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

A coragem da disrupção

A incapacidade de nos ouvirmos em comunidade é um dos dilemas do nosso tempo. Ouvir implica, desde logo, uma ponte: exige abertura ao outro, mesmo quando essa abertura não implica concordância absoluta. A escuta não pode ser subserviente nem pretensamente neutra, porque quem escuta traz consigo convicções, história e legitimidade para também ser ouvido. [Texto de Filipe Moisés].

Últimas Notícias

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Irmã Vanina escolheu estar onde a vida é mais frágil

Da Argentina para Portugal

Irmã Vanina escolheu estar onde a vida é mais frágil novidade

A irmã Vanina Miño é uma religiosa argentina que está em missão em Portugal. Tem 48 anos e nasceu na província de Santa Fé, no centro da Argentina. Sempre quis ser missionária. Aos 16 anos começou a ter contacto com as Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo e, aos 22, tornou-se uma religiosa desta congregação. É também assistente social. [Texto Juliana Batista].

Santa Clara de Assis: resposta ao ecumenismo e feminismo

[Entre Margens]

Santa Clara de Assis: resposta ao ecumenismo e feminismo novidade

Ao celebrar os 800 anos da morte de São Francisco de Assis, devemos conhecer também Santa Clara, que seguiu de perto S. Francisco de Assis na vida de pobreza, no amor ao próximo e a Cristo pobre. Nascida num lar católico e nobre, em Assis, no ano 1194, onde aprendeu a fidelidade ao batismo e a procura humilde da vocação que Deus lhe destinara. [Texto de Elsa Vivo]

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