No dia em que terminam os Jogos Olímpicos em Tóquio, uma reflexão sobre o exemplo dos atletas olímpicos: como aqueles seres “tão distantes de nós, tão estratosféricos, tão a milhões de quilômetros de nossos corpos medianos”, podem ser nossos ídolos? Apenas se os pensarmos como semideuses poderemos considerá-los ídolos, no sentido da adoração que se devota a uma espécie de divindade. No entanto, são humanos – e a atitude da ginasta Simone Biles é um raro exemplo a comprová-lo.





