Na manhã de 16 de dezembro de 1972 [faz sexta-feira 50 anos] ocorreu um massacre em Tete, no norte de Moçambique, no contexto de uma guerra colonial que durava há seis anos, e da Operação Marosca, realizada pela tropa portuguesa e pela DGS (Direção Geral de Segurança, polícia política do regime). Nenhum guerrilheiro da Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique) foi identificado entre as 385 vítimas mortais do massacre, cerca de um terço dos 1350 habitantes das cinco aldeias alvo de atrocidades.





