
A terceira onda de refugiados, que agora se verifica, é formada por pessoas sem o mínimo de recursos. Foto © Albin Hillert / COE.
As igrejas locais da Hungria e da Roménia estão na linha da frente para ajudar os refugiados ucranianos, afirmaram o Conselho Ecuménico das Igrejas e a Aliança ACT (que congrega cerca de uma centena e meia de igrejas e organizações afiliadas de 120 países empenhadas em fornecer ajuda humanitária a pessoas carenciadas), numa conferência de imprensa realizada no dia 22 de março, após uma viagem recente à Hungria, Roménia e Ucrânia.
Os representantes das duas instituições indicaram que a primeira onda de refugiados era principalmente integrada por pessoas com boa situação financeira e bons contactos na Europa, a segunda incluía pessoas com recursos mais limitados e a terceira onda, a que agora se verifica, é formada por pessoas sem o mínimo de recursos. Na conferência de imprensa, foi enfatizado que tinha aumentado o risco de tráfico de pessoas e de trabalho forçado.
A viagem realizada permitiu verificar que, na Hungria e na Roménia, as igrejas estão entre as primeiras instituições a responder às consequências da guerra na Ucrânia que, segundo os números mais recentes da ONU, provocou quase 10 milhões de deslocados, tanto refugiados que rumaram para outros países, quanto os que fogem para outras localidades da Ucrânia.










