É sempre uma incógnita. Ao marcar o código da porta nunca sei como vão correr aquelas conversas. Trata-se de doença, de prosseguir ou não com o diagnóstico. De limitação de cuidados. De morte. Mas também de qualidade de vida, de controlo de sintomas, de acompanhamento, de aceitação. [Texto de Inês Patrício, Berlim]












