Cidadãos desesperam com atrasos nas pensões
Há cada vez mais casos para tratar na Provedoria de Justiça, em Portugal. Indício de que as situações de injustiça aumentam e as queixas também. De entre estas, destacam-se as relativas aos atrasos na atribuição e processamento de pensões – que foram 932 no ano passado, ou seja, cerca de um terço do total. Mas já em 2018 tinham sido casos do mesmo tipo os que mais cresceram, sinal de que os serviços do Estado não estão a responder a necessidades por vezes gritantes dos cidadãos. A provedora de Justiça, Maria Lúcia Amaral, fala em “situações de desespero e angústia”, no relatório de actividades que acaba de entregar à Assembleia da República.
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