A vida marginal de Jesus nasce da sua experiência de vida entre os últimos. É a partir do que é mais frágil que ele olha o mundo. Também daí nasce a sua visão sobre um Deus que faz chover sobre justos e injustos e que tem um olhar preferencial para o pobre e o pecador, um Deus que não apaga a torcida que ainda fumega ou que não quebra a cana já fendida. Na origem do convite para uma vida marginal não está uma adesão ideológica, senão uma experiência que liberta a vida.






